Al fondo, Marco Polo se arrastra con dos mochilas enormes. La ventaja de ir despreparado es no tener que aguantar el peso del equipaje.

De cima do segundo morro, contemplando o terceiro dos oito que tinham pra subir e descer até as cuevas. Foi cinco horas de caminhada só pra chegar na central do parque (e a gente achava que era um passeio de um dia).
É, talvez eu devia prestado mais atenção na parte do email do Vitor que dizia "leve botas". (Vitor é um amigo que esteve na Colombia e recomendou esse lugar)
Marco Polo (sim, esse é realmente o nome dele) e sua esposa, Vilma, um casal colombiano de Pitalitos. Eles nos salvaram, compartilhando sua comida, emprestando roupa, sem falar na lanterna pra poder ver algo dentro das cavernas. Pra ver como a gente tava bem preparado... não foi só a bota que faltou.
A única luz nas cavernas vinha das lanternas. Pra aumentar mais ainda o grau de dificuldade de bater fotos, o foco automático da lente das duas cameras estava estragado (o ajuste manual é difícil quando está tudo escuro). Por isso há pouquíssimas foto do que foi um dos lugares mais impressionantes da viagem. As cavernas eram imensas, com câmaras enormes, lugares com escadas para subir e cordas para descer, túneis estreitos por onde era necessário arrastar-se, rochas de todas as formas.
Mitsue e seu cajado inseparável. Ela desenvolveu um vínculo tão forte com o apoio lenhoso que queria levar ele junto até em cima do cavalo, na volta.
A família que acompanhamos. A alegria não é pose pra foto, mas o mais sincero alívio de poder deitar um pouco após tantas horas se arrastando pela lama.
Pra provar que a afirmação anterior não era exagero, veja como até um cavalo precisou deitar pra descansar.
Enquanto há lugares meia-boca cujas fotos os tornam incríveis, aqui o oposto ocorre: as fotos não transmitem metade da grandeza e do impacto do local. Centenas de pássaros passavam pelo teto da caverna num barulho ensurdecedor. Olhando contra a luz da entrada, era possível ver suas formas cruzando incessantemente. Nossos sapatos, cheios de lama, logo se encheram também de cocô de pássaro, e depois foram encharcados ao cruzar o belo rio que atravessa a caverna. A correnteza era forte e era preciso passar por pedras que ficavam dentro da água. Na saída, já era quase noite. As lanternas foram necessárias pra trilha de volta. Conseguimos cavalos pra voltar na manhã seguinte. Um guia nos acompanhou a pé, então a volta foi mais lenta do que esperávamos. Como a gente mal conseguia andar depois do dia anterior, não teve por que reclamar. Sem falar que a gente continuava sem botas pra enfrentar a lama. En esos momentos creo que me sentiria más segura andar a pié.
Os parques nacionais da Colombia estão entre as coisas mais legais para visitar, mas encarecem a viagem pois metem a faca no turista, principalmente na acomodação. Esse quarto saía o dobro do preço de um quarto privado com banheiro fora do parque. O problema é que ali, assim como nos outros parques, o trajeto até as atrações é muito longo e a estadia torna-se obrigatória.
Esta es la salida de la cueva de los índios, donde habia que subir por una escalera alta. Eran tantos caminos y espacios diferentes que podría ser la atracción principal del lugar. Pero luego continuamos el paseo para la cueva de lo guácharos.
O cavalo tomou um puta susto quando abri o guarda-chuva e quase me jogou no chão. A foto ficou tremida porque a Mitsue tava muito ocupada rindo pra estabilizar a camera.
Aposto que se eu agarrasse no rabo de um cavalo ele me daria um coice.