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Fizemos um passeio que passava por vários sítios arqueológicos cheios de estátuas. O primeiro até foi legal, mas logo ninguém mais tinha saco pra ver mais um gramado de estátuas. Haviam várias plaquinhas e guias dando explicações arqueológicas chatas. Prefirmos ignorá-los e inventar nomes e contextos pras estátuas por conta própria:
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Como Blah quería conocer el Pacífico y yo estaba un poco decepcionada con el café colombiano, descartamos la idea de pasar por el famoso eje cafetero, en cambio vimos varias plantaciones de café en San Agustín.
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Pros turistas não enjoarem de tanto ver estatuazinhas na grama, o passeio misericordiosamente passava por rios, cascatas e penhascos.
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Dói a coxa subir e descer canyons correndo. A propósito, as distorções e borrações nas bordas de algumas fotos são por causa de uma lente tele estranha que acoplamos de vez em quando.
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Essas caminhonetes foram um dos meios de transporte que mais usamos na Colombia, e inclusive nos salvaram na semana santa, quando os ônibus convencionais estavam lotados. A lente grande-angular faz os bancos parecerem bem mais espaçosos do que realmente eram. O chato era quando chovia, porque precisávamos descer as mochilas. Pessoas iam frequentemente penduradas em pé do lado de fora, para trechos menores.
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Outro meio de transporte comum eram as vans. Nessa viagem, nos divertimos vendo a interação entre o motorista sério e a garota do sorriso safado com um pirulito. Ficamos especulando se ela era sua sua filha ou sua namoradinha.
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Os pichadores do interior já não são tão incisivos quanto os de Bogotá... essa mensagem parece algo que um órgão governamental colocaria num outdoor.
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